Quem somos

Curitiba, Paraná, Brazil
Somos alunas do 2º período de Comunicação Social da Facinter. O objetivo deste trabalho é publicar e mostrar nossos trabalhos acadêmicos desenvolvidos durante o curso com duração de 4 anos. Supervisionado pelo professor Paulo Eduardo Cajazeira, que ministra aula de Comunicação e Novas Tecnologias, e direciona os temas de pesquisa à serem escolhidos pela equipe ou sugeridos pelo professor. O plano de ação é contactar,entrevistar, gravar áudio e vídeo, editar, fotografar e por fim publicar on line. A equipe é composta por: Ana Paula Souza, Jennifer de Lima, Tatiane de Vasconcelos, Thayane Olenik, Luana Cangerana e Flávia Nascimento.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Curitibano e sua fama

O povo curitibano desde sempre é tachado como antipático. É comum ver pessoas não dando "bom-dia" ou evitando qualquer tipo de contato. Pessoas que não são da cidade de Curitba, Paraná, certamente irão sentir dificuldades em se adaptar nesse ambiente hostil, que abriga cerca de aproximadamente 1.851.215 habitantes. Porém, o que se deve entender é que Curitibanos não conseguem ser simpáticos por natureza, eles tendem a ser reservados e seletivos, descartando conversas e intimidade com quem mal conhece.



A seguir, ouça o depoimento de Juliana, natural do Rio de Janeiro e sua vivência com os curitibanos .

Assista também ao vídeo feito no centro da cidade de Curitiba:

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Morte de Rachael - Segurança na Rodoferroviária

Um ano após a morte da menina Rachel, a equipe de reportagem do jornal Tribuna do Paraná e do portal Paraná Online testou a segurança da Rodoferroviária de Curitiba.

Confira as imagens feitas por Jennifer de Lima:


Mais informações no site Paraná On Line

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Preconceito contra a mulher no trabalho


O preconceito contra a mulher sempre foi incutido na sociedade. Mas mesmo com uma posição inferior a dos homens nas relações sociais, tal como no mercado de trabalho, elas vêm lutando cada vez mais por seus direitos e, de certa forma, quebrando diversas barreiras.
Mulheres como Mara Cornelsen jornalista especializada na área de segurança pública, não teve seu trabalho no inicio por puro preconceito de seus colegas. Diziam que por ser mulher ela não entendia nada sobre polícia e insinuaram que só fazia as matérias porque saia com fontes. Já Paula Regina, proprietária da Auto-Escola Charme, no centro de Curitiba, sofre preconceito dos homens que trabalham no mesmo ramo que ela. Seus funcionários a respeitam, mas os concorrentes não. Hoje ela diz que o preconceito é menor, porém somente devido à parceria que fez com um homem.

Veja a seguir entrevista com Mara Cornelsen (Jornalista) e Paula Regina (Empresária)